TIBÁ EM NHAFUBA, MOÇAMBIQUE
A equipe do Tibá passou quatro semanas na selva, ao lado de águas termais, trabalhando junto à comunidade com reflorestamento e na construção de um spa para receber turistas e gerar renda à população local. Foi uma obra de pura bio-arquitetura, sem loja de construção por perto. Tudo teve que ser feito na hora, o impacto ambiental foi quase zero. Adaptamos as mesmas técnicas locais: capim, madeira, pedra e adobe.

Ana Ruivo produzindo adobes com terra tirada de ninhos de cupim abandonados.

Cimento/entulho-pique, técnica que vimos nas favelas de Quelimane.

O primeiro Bason africano.

Filtro biológico para não haver nenhuma contaminação dos sistemas hídricos.

Nossa cozinha.

Hotel Chuabo em Quelimane, um exemplo da grande arquitetura luso-africana dos anos 60.

As águas quentes do Rio Etusi, local onde fizemos a obra para o ecoturismo.

Exemplo de casa do interior da Zambezia, capim com pau a pique.

Revestimentos com três barros diferentes.

O salão principal. Lakalaka que são os caibros e Mushém que é a terra preta do cupim.
